terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Google News: "First Click Free"

s the journalism industry gathers once again to wring its hands about the future, Google has thrown it a bone with new limitations on its "First Click Free" policy for news stories shown on Google News.

Companies that operate subscription-based Web sites--such as The Wall Street Journal--don't want to expose the full text of their articles to Google. But despite what WSJ owner Rupert Murdoch says, most of them also want their articles and sites discoverable through Google and Google News. As a compromise, Google has allowed those publishers to participate in what it calls a "First Click Free" program, where articles accessed through Google News links can be seen in their entirety, but if the user attempts to click anywhere else on that story page, they are directed to a sign-up page.

The problem is that Web users quickly figured out that you can access almost any Wall Street Journal article for free simply by cutting and pasting the headline into Google News, which generates a "free" link that isn't available if a publisher such as CNET links to a Wall Street Journal article. "While we're happy to see that a number of publishers are already using First Click Free, we've found that some who might try it are worried about people abusing the spirit of First Click Free to access almost all of their content," wrote John Mueller, Webmaster trends analyst for Google, in a blog post.

De hoje

No Daily Number, do Pew Research Center:

66% - Have Gone Shopping Online

While the validity of "Cyber Monday" has been questioned, there is no doubt that countess Americans are getting a head start on their holiday shopping from their desks instead of jumping back into work after a long weekend today. Online shopping has been embraced by most online Americans. In a February 2008 Pew Internet Project survey, two-thirds of internet users said they had made a purchase online, such as a book, toy, music, or clothing -- all holiday favorites. (In a separate January 2009 survey on generations, the Pew Internet Project reported 71% of online Americans had "bought something online.") Most internet users (78%) say that shopping online is convenient and 68% agree that buying products on the internet saves them time (a little Web browsing on the company dollar certainly beats a trip to the mall).

eu tb.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Para Marcele

Ontem, uma amiga disse que entrava todo dia no meu blog e não gostava quando eu falava “aquelas coisas sobre computador”. A questão é que eu não tenho foco. Este blog também não tem foco. Que bom! Fico feliz que seja assim. Não sou especialista em nada. Até queria ser a pessoa que mais sabe sobre determinado assunto, a pessoa que mais sabe sobre formol, a maior autoridade quando se fala em formigas. Acho que sei falar por alguns minutos sobre muitos assuntos.

Estou cansada. Na última semana ainda precisei circular um pouco, resolver um pouco, brigar com todo mundo. Esforço sobre-humano. “a solidão só é ruim para os chatos”. Licença do mundo, ciao.

sábado, 21 de novembro de 2009

Manifesto pela Cultura Digital Brasileira

Cultura Digital Brasileira
A liberdade é essência e aspiração

Rogério Duprat. 1963 + Damiano Cozzella.
Num IBM 1620 da Escola Politécnica da USP
(música + academia) = Klavibm II
Cibernética + Bossa Nova + Cultura Pop
Informações em rede antes da rede
Tropicália = O direito à tecnologia, ao universal

A música da bahia, onde o Brasil principia
“Se segura milord aí que o mulato baião
(tá se blacktaiando)
Smoka-se todo na estética do arrastão”

Oswald redivivo, no fluxo atemporal da cultura
Contra o (neg)ócio
O (sacerd)ócio
A favor do ócio
E da política da afetividade
Roteiros, roteiros, roteiros, roteiros, roteiros, roteiros, roteiros, roteiros, roteiros

A obra digital não se realiza plenamente
Conceber é realizar

Computador = máquina de calcular,
de processar,
de comunicar
y de telecomunicar.

Mais em: http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/11/13/manifesto-pela-cultura-digital-brasileira/


http://culturadigital.br/members/claudiacb/profile


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Jaleco - Parte III

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Um buraco


Dentro do quarto tem uma rachadura. A rachadura toma banho, almoça e se move pra varanda. Às vezes cresce tanto que se transforma em um buraco. Mas tem o parapeito do buraco, e aí eu me apoio no que não é buraco, é parapeito, e durmo. O sonho traz frases, congela instantes, cenas inteiras da noite que dura mais que um ano.

Não consigo encarar o buraco. O buraco move montanhas, A gente estuda, produz, pensa, namora, trabalha, faz amigos, faz festa, toma remédio, tudo pra ver se constrói alguma coisa que ocupe o lugar do buraco. Vejo meus amigos. Chove!

- E o buraco, como vai?

Digo que vai bem, saudável, limpinho, só pra parecer que o meu buraco é menor, quase imperceptível, que eu sou bem resolvida, analisada, bacana, ativa, diferente.

Mas daí você acorda e percebe que ele tá profundo e você precisa de muita gente, guindaste, corpo de bombeiro, defesa civil.

Também sobre jaleco

Estou com vontade de falar sobre jaleco. Seria o caso de perguntar: quem se ofendeu com meu humilde desabafo sobre doutores de jaleco? Nããããããão.Tanta gente, tanta coisa, tanto tempo. Porque falar de jaleco?

Posso falar também dos meus tempos de colégio cafona, do laboratório uma vez por semana, da bata que se passava por jaleco. Do feto dentro do formol, tão branco, tão distante... posso falar do velório do meu pai, da morte embrulhada em seda, da morte estendida no caixão, da pele insuportavelmente branca.

Mil desculpas, mas...vou insistir no tema do jaleco. Vou insistir no tema que eu quiser. O jaleco é, no momento, minha obsessão.

Meus amigos, meus inimigos, estou prestes a concluir que o jaleco é um mecanismo banal que o médico passivo-agressivo usa para sobreviver. O médico vestido no jaleco te provoca de uma forma que só você sabe. Fala devagar, p-a-u-s-a-d-a-m-e-n-t-e, pisca profundamente os olhos, pede fé. Daquele tipo! Depois sai pro almoço e nós, que não temos nenhum interesse no ego desses profissionais, é que somos prejudicados.

Aliás, soube até de um projeto que vai proibir o uso de jaleco fora dos estabelecimentos de saúde. Vou pesquisar sobre. Não muito.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Pq o psicopata...só sauds II

Dr Castanha, o nosso House:






O psicopata... ele domina a arte da intriga, da manipulação. Eles não estão envolvidos emocionalmente com ninguém

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Livro:Olhares da Rede - tô ali pelo começo


É só baixar: http://culturaderede.com.br/

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A Dell não existe

Pontuando os fatos.

1) A fabricante de computadores Dell apresentou hoje o programa Sala de Aula Conectada, uma "solução integrada de hardware, software e conteúdo educacional".

2) Em vez de simplesmente embarcar no conceito de "um computador por aluno", a Dell segue a linha "muito mais importante que a tecnologia aplicada dentro e fora da sala de aula é o conteúdo pedagógico. A tecnologia é simplesmente um meio facilitador".

3) O projeto é composto de salas de aula digitalizadas e também de um novo netbook de uso estritamente educacional, o Latitude 2100.

4) Se o aluno se distrai e começa a navegar pela web, uma luz de aviso se acende na tampa do Latitude 2100, avisando ao professor que o conteúdo proposto não está sendo acompanhado.

De cara, assim, sem conhecer detalhes, achei esquisitão esse projeto. Não dá a impressão de que esse esforço para "digitalizar"a escola não passa de uma rearrumação de cadeiras?

Vocês, da Dell, não nos conhecem, muito menos conhecem nosso mundo. Vocês são um puta constrangimento às nossas liberdades. Vocês trabalham para proteger o que já não pode ser protegido. Alegam soluções baseadas no conceito insano e ultrapassado de "tecnologia simplesmente como meio facilitador" ...tsc...tsc...

ponto




quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Revista CoMtempo

Amanhã sai o primeiro número da Revista CoMtempo, que conta com um artigo de minha autoria: "Benkler e a reconfiguração da esfera pública".

A revista será lançada na noite desta sexta-feira, dia 06 de novembro, às 18h30, na faculdade Cásper Líbero. Não estarei no lançamento, uma pena. Faz frio em Teresina.

O primeiro número será publicado e estará no ar a partir da noite de amanhã. O link para o portal da CoMtempo no Univerciência é:

http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/comtempo

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Dr. Castanha: só sauds




da série: Pq o psicopata....

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Posso, sem armas, revoltar-me?

A Flor e a Náusea
(C.D.de Andrade)

Preso à minha classe e a algumas roupas,
Vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias espreitam-me.
Devo seguir até o enjôo?
Posso, sem armas, revoltar-me?

Olhos sujos no relógio da torre:
Não, o tempo não chegou de completa justiça.
O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações e espera.
O tempo pobre, o poeta pobre
fundem-se no mesmo impasse.

Em vão me tento explicar, os muros são surdos.
Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova.
As coisas. Que tristes são as coisas, consideradas sem ênfase.

[...]

sábado, 24 de outubro de 2009

Médicos

Já não odeio todos

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Convite - Música e Novas Tecnologias

A MÚSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS EM REDE - Irineu Franco Perpetuo

SESC Vila Mariana (r. Pelotas, 141, tel. 5080-3000)
Dia(s) 23/10 Sexta, às 20h

Bate-papo sobre as novas formas de produção, difusão e consumo da música na era da tecnologia digital. Auditório. Com Irineu Franco Perpetuo (jornalista), Sergio Amadeu (sociólogo), Costa Netto (compositor e dono da gravadora Dabliú Discos) e Sergio Branco (advogado). A mediação será do Cadão Volpato (jornalista e compositor)R$ 12,00 [inteira]R$ 6,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]R$ 3,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Médico

Nunca fui com a cara de médico. Quando encontro algum representante da espécie andando de jaleco pela minha rua, mando sempre pro inferno. Todo dia. Porcos. Almoçam de jaleco. Desfilam de jaleco. Bebem cerveja de jaleco. Estão sempre operando na faixa dos ausentes, sempre nas margens do orgulhoso desprezo pelo juízo alheio. Nunca ser operado é uma benção. Não de Deus, lógico. Até porque, quando não dá certo, é a ele que os médicos recorrem: “Tenha fé que tudo vai melhorar!Reze, reze muito...”. Arram!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Em face dos últimos acontecimentos

A correspondência de Mário de Andrade com Prudente de Moraes Netto e Sérgio Buarque de Holanda mas também com Manuel Bandeira e Carlos Drumond de Andrade, discute questões chave do pensamento modernista à luz da amizade.

Na década de 80, Drummond, ao abrir a sua correspondência ao público, confessara que “paradoxalmente jamais convivera com Mário a não ser através das cartas”, nem mesmo, depois que viera a residir no Rio de Janeiro, em 1938, não se encontravam para conversar.

Manuel Bandeira fazia a mesma queixa. Dizia-se sentir pouco à vontade com Mário, sempre com atitudes de cerimônia. Para quebrar essa frieza, numa de suas cartas, provocava:

– Mário da minha admiração, vá à merda! Não tenho que dar satisfação dos meus sentimentos (...)
Na resposta, Mário aceitava e até reforçava a intimidade, liberada pelo uso do palavrão :
- Manú do coração, fui à merda como você me mandou porém fui, xingando Manú tá besta! Todo o tempo.


Na carta a Manuel Bandeira, Mário faz uma digressão sobre a amizade buscando convencê-lo do quanto eram amigos. Ser amigo é apreciar com inteligência, senso crítico e independência de coração. Se no primeiro momento o que conta na amizade é o impacto da sensação (sentir orgulho e admiração pela obra do amigo), essa sensação, logo em seguida, deve ser sucedida pela necessidade da reflexão sobre a “inteligência do sujeito e o valor da sua sensibilidade”.

Encontrei esse trabalho hoje e não há como não compartilhar.
Razão e sensibilidade: o tema da amizade na escrita modernista

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Top 20 - O fim dos portais

The top 20 sites on the web no último mês. Todos filtros ou de "caráter "colaborativo. E ainda tem executivo perguntando se é o fim dos blogs, engravatado preocupado com a conta do almoço. Bem normal, aliás. A internet não nasceu no mundo dos negócios. Era uma tecnologia muito cara e complexa para correr riscos. Que bom, Jisus! Se tivesse nascido ia ser sem graaaaannnnnça.Pelo fim dos pacotões!

Segundo o Alexa:
The 1 month rank is calculated using a combination of average daily visitors and pageviews over the past month. The site with the highest combination of visitors and pageviews is ranked

Google

Facebook

Yahoo!

YouTube

Windows Live

Wikipedia

Blogger.com

Microsoft Network (MSN)

Baidu.com

Yahoo!カテゴリ

Myspace

Google India

Twitter

Google

Microsoft Corporation

QQ.COM

WordPress.com

RapidShare

Google.fr

Google UK


Do you support President Obama's health care proposals?



O Prof. Walter Lima, que muito gentilmente integrou minha banca de mestrado, apontou uma informação interessante em um dos gráficos que apresentei sobre o Topix.

O agregador anuncia ter quase 80 milhões de comentários, cerca de 130 mil por dia. Walter fez as contas e eis que apenas 2% dos visitantes do site comentam nas notícias postadas. Acho que é um bom exemplo para quem ainda mede a relevância de um site "participativo" pelo número de comentários.



Outra coisa. MUITO BOM o tal do Health Care Debat que o Topix lançou. A pergunta que tá rolando agora é:

Do you support President Obama's health care proposals?


Você digita seu ZIP Code e vota. Pra saber como anda a votação em cada região basta apontar pro mapa, que usa recursos do Google Maps.

Como os visitantes de Chicago foram os que mais responderam até o momento, vem de lá o comentário em destaque . Abaixo do mapa funcionam os tópicos hiperlocalizados para a discussão

O modelo de negócios do Topix tá cada vez melhor. Sigo acompanhando.


quarta-feira, 7 de outubro de 2009

É possivel que 134 amigos deixem de manter contato com vc


o negócio usa recomendação até na hora de fechar a conta. um saco esse facebook.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

O Natal chegou em setembro


Último dia de setembro. O Natal já chegou no shopping Market Place. Aliás, natal e crise são mesmo transformadores, florescentes, ambos me fazem pensar sobre o quão positivo pode ser a humanidade.... AHTÁ!!!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

São Bento: Entre a Faixa de Gaza e o Acre

Uma crítica ao São Bento,bar da Vila Madalena, em São Paulo, virou farra no Twitter. Vamos fazer uma retrospectiva. O post do blog Resenha em 6 dizia assim:

“Depois da Faixa de Gaza e do Acre, este é o pior lugar do mundo para você ir com os amigos. Caro, petiscos sem graça e, principalmente, garçons ultra-power-mega chatos: você toma dois dedos do seu chopp, quente e azedo que nem x* * * nos tempos dos vikings, eles já colocam outro na mesa. E se você recusa, eles ainda ficam putos. Só tulipadas diárias no rabo para justificar tamanha simpatia no atendimento”.


Três dias depois do post, um comentário:


“Como um bar com a dimensão do São Bento pode ser diminuído dessa forma? Estamos tomando as devidas providências em relação a esse blog”.

Enfim, fui no bar duas vezes e os garçons realmente são chatos. Quanto ao Acre, nossa, muito engraçada a comparação, muito boa, morri de rir,sem comentários. Adoro playboy engraçado que nunca saiu de São Paulo.

Ademais, isso lembra muito aquele caso do Beto, de Vila Sésamo, que circulou em outubro de 2001. Uma montagem do personagem interagindo com Osama bin Laden, postado no blog pessoal de um estudante, virou febre e acabou em milhares de pôsteres distribuídos em todo o Oriente Médio. Lembro que a emissora do programa enlouqueceu e tentou usar todos os recursos legais que podia contra o garoto. O negócio ficou muito maior, é lógico.


O caso do São Bento está longe de ser uma controvérsia internacional, mas é isso aí... os revolucionários do mouse nem sempre fracassam. Uma pena.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Reorganização mental

Gostei. Em artigo no Observatório da Imprensa, Castilho escreveu:

"Quando se tenta avançar da justaposição pura e simples de áudio,imagens, texto e interatividade para um modelo mais integrado de narrativa multimídia, o principal obstáculo não são as tecnologias mas sim valores entranhados há séculos na cultura ocidental e que nos transformaram em escravos do texto".

"Agora estamos começando a descobrir que os obstáculos ao jornalismo multimídia online não se limitam a questões financeiras ou corporativas. A dificuldade dos profissionais e estudantes de desenvolver narrativas jornalísticas integradas do ponto de vista da multimídia tem a ver também com o rompimento de uma cultura onde os sons e imagens foram sufocados pela tradição da escrita como forma preferencial de comunicação".


"Nós perdemos a capacidade de contar histórias pela via oral. Para constatar isto basta ir a redação de um telejornal ou de uma emissora de rádio, onde as notícias são escritas para serem lidas, quando o normal seria que os apresentadores simplesmente contassem a história do que está acontecendo [...]O curto circuito mental é inevitável. O mesmo acontecerá se você pedir para que façam um desenho sobre a dívida externa. Há uma paralisia mental imediata pela nossa dificuldade de imaginar".

"Nossa cultura informativa nos induz imediatamente a uma narrativa seqüencial, lógica e racional. Corremos imediatamente para o papel ou para o computador".

"Na multimídia, enquanto o processo narrativo não se tornar automático, teremos que pensar nos componentes visuais, auditivos, textuais e interativos de uma notícia, antes de começar a detalhá-la. Isto equivale a ver qual o seu conteúdo em ação (para ser contada em imagens), o seu contexto (causas e consequências, cuja apresentação fica melhor em texto), emoção (som ambiente, música ou locução) e coleta de experiências do público (por meio das redes).

Esta reorganização mental das inúmeras variáveis na hora de produzir uma notícia multimídia é o grande desafio que enfrentam os profissionais, estudantes e pesquisadores do jornalismo".

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Que editorial

Que foto. Que dupla. Que coisa linda de se ver.By Mario Sorrenti in Vogue Hommes International.
via Fashiongonerogue.com

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Pela neutralidade da rede


As operadoras de telefonia móvel dos Estados Unidos criticaram a atualização de um projeto de lei apresentado pela Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês) sobre a neutralidade da web, informa uma reportagem da BBC News nesta terça-feira (22/9).A proposta é impedir que provedores de acesso à internet bloqueiem ou reduzam o tráfego de usuários que consomem maior quantidade de dados, como streaming de vídeo, por exemplo, em uma prática conhecida como traffic shaping.

Na segunda-feira (21/9), o presidente da FCC, Julius Genachowski, anunciou que pedirá o apoio dos congressistas norte-americanos para formalizar as regras de neutralidade da internet, incluindo operadoras de banda larga móvel.

Para as operadoras, a proposta da agência norte-americana de assegurar isonomia para o tráfego na internet, não pode ser aplicada igualmente aos serviços de acesso wireless. Segundo elas, a regra pode prejudicar a inovação neste segmento.

As propostas da FCC procuram assegurar que os provedores não façam distinção no tráfego de dados a consumidores que usam a rede com mais intensidade e também prevê que as operadoras sejam transparentes em relação ao gerenciamento de rede.

A operadora Verizon, que lidera o mercado de telefonia móvel nos Estados Unidos, declarou que a FCC não tem razões para impor "um novo conjunto de regulamentações que limitarão as escolhas de seus clientes e afetarão provedores de conteúdo, desenvolvedores de aplicações, fabricantes de aparelhos e empresas de redes".

Em seu blog, Vint Cerf, evangelista de internet do Google e um dos pais da rede pela criação do protocolo TCP-IP, declarou que a FCC "deu um grade passo em assegurar que a internet continue sendo uma plataforma de inovação, crescimento econômico e livre expressão.

"If consumers had a wide choice of broadband service providers, preserving an open Internet might not be such a critical issue. Unfortunately, the vast majority of Americans have few (if any) choices in selecting a provider. As a result, these providers are in a position to influence whether and how consumers and producers can use the on-ramps to the Internet -- and we've already seen several examples of discriminatory actions or threats that impair openness.

Allowing a handful of broadband carriers to determine what people see and do online would fundamentally undermine the features that have made the Internet such a success, and could permanently compromise the Internet as a platform for the free exchange of information, commerce, and ideas. By outlining explicit open Internet requirements, the FCC is seeking to prevent this from happening.There's no doubt that running an Internet service provider is a complicated business. As we've said in the past, we believe that providers should have the flexibility to manage traffic congestion and malware on their networks in non-discriminatory ways.

They should not, however, be in the anti-competitive business of picking winners and losers. For example, carriers should not be allowed to degrade access to competitors' web sites, to favor access to a corporate partner or their own value-added services to the detriment of a Mom and Pop shop, or to discriminate against protected political speech."

Para grupos de defesa do consumidor, como a Free Press, o posicionamento da FCC é uma vitória. "Este é um tremendo dia para milhões de nós que temos clamado por uma internet livre de descriminação", disse o diretor executivo do grupo, John Silver.

Genachowski disse que o crescente número de pessoas que acessam a internet por meio de seus celulares não será ignorado. O presidente da FCC declarou que espera o parecer de consumidores, da indústria e de outros setores sobre suas propostas. "Se tratam de regras justas para companhias que controlam o acesso à internet", afirmou.

Informações do IDGNow

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Lily Allen acha alguma coisa

Que pentelha essa Lily Allen. Acha que a humanidade cria porque existe uma indústria fonográfica.

"Vou escrever a artistas britânicos, para passar só esta mensagem: troca de arquivos não é legal”. Não seria a internet?

Lily é apenas mais uma, dentre tantos outros artistas, que faz o jogo das gravadoras e distribuidoras adotando um discurso que não entende. É uma pena.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Ai que nome ótimo





Lula pede: Entrem de corpo e alma no pré-sal (a dádiva de deus).

sábado, 5 de setembro de 2009

Sorriso de Duchenne

Duchenne de Boulogne foi o primeiro a estudar as bases musculares das expressões faciais humanas utilizando a fotografia e a eletricidade. As imagens de Duchenne lembram qualquer clipe do Nine Inch Nails.

Em 1862 ele publicou suas descobertas no livro Mechanism of the Human Physiognomy, no qual Darwin se baseou ao escrever uma de suas principais obras: A expressão das emoções nos homens e nos animais.

Entre as descobertas de Duchenne, a mais respeitada diz respeito ao sorriso. Usando ferramentas rudimentares ele descobriu que o sorriso genuíno e o falso utilizam conjuntos completamente diferentes de músculos faciais.

O pesquisador Paul Ekman, na década de 70, conseguiu “catalogar” os sorrisos em 19 tipos diferentes, sendo que apenas um desses tipos pode ser considerado o sorriso genuíno. Este sorriso “ideal” recebeu o nome de “sorriso de Duchenne”.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Quinta



miike snow

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

AH TÁ

Ricardo Cavallini escreveu no seu blog:

" A tecnologia deu voz à todos. Blá blá bla, essa parte todo mundo já está cansado de falar.
Mas, como sempre, existe um outro lado. A tecnologia que deu voz a muitos que a mereciam, fez o mesmo com os não mereciam, que não tem nada de interessante para falar. Gente que não tem ética, não tem moral, não tem respeito".


É por aí. Tem muita gente que não sabe quem morreu, quer mesmo é chorar. Joga uma caixa de comentário na frente deles e espera pra ver o que acontece...tô sofrendo.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Declaração de Hamburgo

Entreguei minha dissertação de mestrado hoje. Nos últimos meses recomecei pelos menos quatro vezes. Porque de repente tudo se perdia, faltava clareza, conexão entre os capítulos. Nunca fui muito cartesiana, mas, enfim, ponto final.

Compartilho um trecho sobre a polêmica que envolve os principais grupos de mídia europeus, entre os quais a News Corporation e a Axel Springer, que estão coordenando esforços para exigir que sejam tomadas medidas contra os buscadores e agregadores de notícias na internet.

Nesse sentido, foi assinado no dia 26 de Junho de 2009, em Berlim, a Declaração de Hamburgo - um documento que subscreve as iniciativas governamentais que apóiam "a proteção dos direitos de autores, editores e organismos de radiodifusão". Tendo começado como uma iniciativa de grupos de mídia alemães, a Declaração de Hamburgo conta com o apoio da World Association of Newspapers and News Publishers (WAN-IFRA) e do European Publishers Council (EPC).

Esses grupos acreditam que os agregadores devem pagar para levar leitores aos jornais, porque lucram veiculando anúncios junto aos resultados. É como se uma empresa de mídia propusesse aos seus entrevistados dividir os lucros dos anúncios durante o programa de televisão. Vão fracassar miseravelmente.

O exercicio da imprensa só é possível porque cidadãos e empresas fornecem dados e fatos de graça. Os jornais não criam fatos ou idéias, sua função é reunir informação, empacotá-la num formato compreensível e distribuí-la. Então, a quem pertencem, afinal, os acontecimentos? Aos jornalistas? Aos participantes dos acontecimentos? A empresas? O problema não estaria no pacotão de notícias, cada vez menos pessoal?


Erick Schonfeld, um dos colaboradores do
blog Techcrunch , sai do lado dos agregadores e compara a agência Associated Press, pivô de toda a polêmica, RIAA, associação que defende os interesses das gravadoras e que vem processando diversas pessoas que baixam músicas na internet. Bem bom esse post dele.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

cRRRRRassico